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EVENTOS REALIZADOS
3º ENCONTRO ESTADUAL SOBRE EDUCAÇÃO INCLUSIVA
Realizado no dia 3 de junho de 2006, no auditório do Centro de Eventos da PUCRS, Porto Alegre - RS com a seguinte programação:
Mesa Redonda: Educação e Diversidade
SEESP/MEC: Política de Educação Inclusiva.
SE/RS: A política de inclusão nas fronteiras da educação.
SMED/Porto Alegre: Relato das ações sobre inclusão na Rede Pública Municipal.
PUC/RS: Inclusão no Ensino Superior.
Coordenadora: Maria Zélia Bujes Stumvoll - RS
Palestra: Relação Escola e Família
Dr. Antonio Carlos Sestaro - SP
Perguntas - Turno da manhã
Ações pela Inclusão
Escola Municipal Gilberto Jorge: Avaliação e Diversidade
Escola Centro Integrado de Desenvolvimento: Família e Escola
FADERS: Políticas Públicas: Garantia de Direitos.
Coordenadora: Rosana Gessinger - RS
Palestra: Inclusão na Rede Pública de Educação de Florianópolis
Rosângela Machado - SC
Mesa de Jovens: Relatos de Experiências.
Coordenador: Eduardo Purper - RS
Perguntas - Turno da tarde
Fechamento do Evento com propostas para incremento da Educação Inclusiva em nossa cidade e nosso Estado.
Rita Bersch - RS
PREFEITURA DE PORTO ALEGRESecretaria da Educação do
Estado do Rio Grande do SulFADERS
Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para PPDs e PPAHs no RSSMED - Secretaria Municipal de Educação de Porto Alegre PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RS
![]() L'Atelier |
CIA. ZAFFARI | FRUKI | ![]() |
A BAYADERA | BISCOITOS ZEZÉ |
2º ENCONTRO ESTADUAL SOBRE EDUCAÇÃO INCLUSIVA
Realizado nos dias 3 e 4 de junho de 2005, no auditorio da FAPA em Porto Alegre, RS, teve a seguinte programação:
"Inclusão Escolar? O que é? Por quê? Como fazer?
Maria Teresa Mantoan - Pedagoga, Doutora em Educação. Professora da Faculdade de Educação da UNICAMP e Coordenadora do LEPED -Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diversidade, grupo de pesquisa da Faculdade de Educação da Unicamp.
Mesa redonda com relato de escolas: "Prática da Inclusão"
CID (Centro Integrado de Desenvolvimento) do berçário até a 4ª série do ensino fundamental Porto Alegre (representado pela Terapeuta Ocupacional Cheila Maria Schroer)
Escola Municipal de Ensino Fundamental Dora Abreu da 1ª à 7ª série - Cachoeira do Sul (representada pela Professora Maria Vaneza Ramos Nunes).
Escola profissionalizante SEAC - Cachoeira do Sul (representada por Cristiane Jung - diretora).
Prof. Pedro Moacir Osório Lemos prof. de matemática da 8ª série da Escola Jean Piaget de Bagé-RSMesa redonda com relato de experiências
Participação de famílias e pessoas com deficiência.
Oficinas
1. O que são as oficinas inclusivas e o que se pretende com a realização das mesmas?
As Oficinas Inclusivas são uma metodologia que consiste na aplicação de dinâmicas com o objetivo de propiciar vivências,despertar reflexões e disseminar informações sobre inclusão de grupos vulneráveis na sociedade,especialmente de pessoas com deficiência.Essas dinâmicas foram construídas para levar os participantes das oficinas a conhecer e a se interessar por normas e leis,nacionais e internacionais ,que defendem a construção e a disseminação de sociedades inclusivas pelo mundo. As Oficinas Inclusivas são um trabalho de construção coletiva,de co-responsabilidade e co-autoria. Baseiam-se em dinâmicas simples e atrativas que serão mais produtivas em função da participação do grupo e de sua diversidade.2. A deficiência visual e a escola inclusiva: contextualização e intervenção
A oficina se destina à formação de professores preocupados no trabalho de inclusão de pessoas com algum tipo de deficiência visual. Será um momento oportuno para aprendizagem do sistema de escrita Braille e os procedimentos necessários para a atuação no cotidiano com cegos. Visa-se também, uma reflexão sobre a questão da inclusão junto aos pais, professores e alunos, favorecendo a inclusão de todos em um fazer comunitário.3. Todos participam na aula de matemática. será que é possível?
A sala de aula representa um espaço no qual se evidenciam as diferenças entre os alunos, manifestadas nas suas opiniões, interesses e estilos de aprendizagem. Sabemos, também, que nem todos gostam de Matemática, cada um tem suas metáforas preferidas e motivações mais sensíveis, desenvolvendo estilos próprios de elaboração. Sendo assim, cabe ao professor perceber que cada aluno é diferente em suas reações e expectativas, surgindo ritmos muito variados, de aprendizagem e manejo de conhecimento. Para tanto, o professor precisa aprender esta arte finíssima: influir de tal modo que o aluno possa superar a influência.4. Pedagogia de projetos como instrumento para a inclusão
Proposta teórico-prática que, a partir dos conceitos de Pedagogia de Projetos, investe na diversidade e no potencial de cada aluno, visando uma sala de aula desafiadora e interdisciplinar.5. Literatura infantil: experiências e descobertas
Proposta prática de análise de diferentes obras da literatura infantil, visando a reflexão e a construção de valores, investindo nos conceitos de diversidade, diferença e deficiência.6. Jogos cooperativos: construindo caminhos possíveis
Através de jogos, proporcionar vivências cooperativas apontando caminhos que possam fazer a diferença na constituição de um grupo, percebendo as possibilidades de inclusão na construção do indivíduo e do coletivo, buscando o autoconhecimento.7. A tecnologia assistiva apoiando a inclusão escolar - um trabalho de equipe
Nesta oficina procuraremos desenvolver o pensamento criativo e "encontrar saídas" para situações rotineiras do contexto escolar, no sentido de vencer as limitações funcionais dos alunos com deficiência. Vamos também conhecer o conceito da Tecnologia Assistiva, suas modalidades e sua prática.
Empresas que nos apoiaram no evento:
FAPA
AFAD - Associação de Familiares e Amigos do Down Porto Alegre/RS FAPA - FACULDADES PORTO-ALEGRENSES CEDI - Centro Especializado em Desenvolvimento Infantil CID - Centro Integrado de Desenvolvimento SINPRO/RS A BAYADERA BANRISUL
1º ENCONTRO ESTADUAL SOBRE EDUCAÇÃO INCLUSIVA
Dias 4 e 5 de março de 2005 realizamos em Porto Alegre, o 1º ENCONTRO ESTADUAL SOBRE EDUCAÇÃO INCLUSIVA que contou com a presença de mais de 160 participantes.
O evento foi aberto com a leitura da mensagem enviada pela Profª Claudia Pereira Dutra, Secretária Nacional de Educação Especial, do MEC, aos participantes do encontro:
"O Ministério da Educação, comprometido com a garantia do acesso e permanência de todas as crianças na escola, tem como meta efetivar a Política Nacional de Educação Inclusiva, fundamentada na idéia de construção de uma sociedade que reconhece e valoriza a diversidade.
O desafio dessa política é formular uma escola de qualidade para todos, que passa também pela reestruturação dos sistemas de ensino, tendo como princípios a justiça e a qualidade.
A qualidade da educação e a inclusão escolar dos alunos com necessidades educacionais especiais é um processo que abrange todo o sistema educacional e a sociedade como um todo.
Desejamos que o Encontro Estadual de Educação Inclusiva, que se realiza hoje no Rio Grande do Sul, seja um momento de formação que oriente novas perspectivas,que afirme uma escola aberta para todos, que promova a participação e o desenvolvimento das potencialidades dos alunos.
Um bom encontro a todos os participantes."
Este encontro foi organizado pela PRÓ-INCLUSÃO, AFAD de Porto Alegre e AFAD de Novo Hamburgo e teve a seguinte programação, totalizando 8 horas.
"Atendimento Educacional Especializado: a que se propõe"
Palestrante: Cristina Abranches Diretora da APAE de Contagem, MG.
"Educação Inclusiva e Ordenamento Jurídico Brasileiro"
Palestrante: Eugênia Augusta Gonzaga Fávero Procuradora da República, São Paulo, SP.
"Tecnologia Assistiva Apoiando a Inclusão"
Palestrante: Rita Bersch Fisioterapeuta. Pró-Inclusão, Porto Alegre, RS.
Empresas que nos apoiaram no evento:
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| AFAD - Associação de Familiares e Amigos do Down Porto Alegre/RS | Colégio Nª Sª do Bom Conselho | CEDI - Centro Especializado em Desenvolvimento Infantil | CID - Centro Integrado de Desenvolvimento | SINPRO/RS | A BAYADERA | BANRISUL |
1ª JORNADA DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA: POR UMA ESCOLA PARA TODOS
Em setembro de 2000 organizamos a I JORNADA DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA: POR UMA ESCOLA PARA TODOS. O evento reuniu 150 professores, diretores, terapeutas, pais e outros profissionais ligados à educação, com o objetivo de abrir um espaço para refletir sobre a educação inclusiva, conhecer as ações em andamento e apontar caminhos para concretizar essa nova maneira de conceber a educação.
A conferência de abertura foi realizada pela Dra. Maria Teresa Mantoan, da UNICAMP, que é referência em todo o país, quando se trata de educação inclusiva. A professora Maria Teresa traçou um paralelo entre a escola que temos hoje e a escola inclusiva. Apontou vários aspectos que precisam ser revistos no sistema educacional atual e mostrou caminhos que podem nos levar a uma escola de qualidade para todos. Sua fala deixou claro que a escola precisa mudar, não apenas para poder acolher os alunos com necessidades específicas, mas porque já não está mais dando conta dos demais alunos que dela fazem parte.
A segunda conferência foi realizada pela professora Mara Lucia Sartoretto, da AFAD de Cachoeira do Sul, que falou sobre sua experiência com a inclusão escolar de alunos com Síndrome de Down. Relatou como as escolas estão redimensionando seu trabalho para poderem atender a todos os alunos. Sua fala deixou claro que com empenho e seriedade, é possível construir uma nova escola, mais justa e de melhor qualidade para todos.
Além das conferências, houve a realização de uma mesa-redonda sobre o papel da família no processo de inclusão escolar. Participaram da mesa a Sra. Célia Becker, Sra. Maria Rosália Gessinger, Sr. Edson Collares, pais de jovens que apresentam necessidades específicas e o jovem Ricardo Alexandre de Souza, representante do CVI de Maringá. Todos os depoimentos evidenciaram a importância da família no processo de inclusão.
Também houve um relato de experiências de escolas que atendem alunos com necessidades específicas em suas classes comuns. Participaram do relato representantes da SMED de Porto Alegre, da Escola de Ensino Fundamental da URCAMP de Bagé, do Colégio Conhecer, do CID e do Colégio Americano. Os relatos evidenciaram que as escolas se encontram em diferentes estágios, algumas mais próximas, outras menos, de um ensino inclusivo.
O encerramento da Jornada foi feito pelas organizadoras, Rita Bersch, professora, fisioterapeuta e diretora do CEDI, e Rosana Maria Gessinger, professora e mestre em Educação, que procuraram fazer um fechamento dos diversos momentos, lançando o desafio para que cada um assuma o seu papel no processo de inclusão escolar.
A avaliação final da Jornada foi bastante positiva. Os participantes solicitaram que seja dada seqüência ao evento e encaminharam várias sugestões de encaminhamento e temas a serem tratados nos próximos encontros.
3º FÓRUM SOCIAL MUNDIAL
Em janeiro de 2003 participamos do 3º FÓRUM SOCIAL MUNDIAL DE PORTO ALEGRE e no II FÓRUM MUNDIAL DA EDUCAÇÃO, através de oficinas sobre a Inclusão com a Profª Drª Maria Tereza Mantoan e a Procuradora Drª Eugênia Fávero, que apresentou os aspecto jurídicos que dão suporte a esta causa. Também participamos através de estandes montados no Cais do Porto, onde identificamos e unimos muitas forças em prol da Educação de Qualidade para todos.
Nosso Convite ao Fórum:
Se você ...
é pai ou mãe de uma criança deficiente e nunca pensou que o melhor lugar para todas as crianças é a Escola;
já foi barrado(a) ao tentar matricular seu filho em uma escola regular;
já escutou: "nossa Escola não está preparada para atender seu filho";
já foi encaminhado(a) a uma clínica ou escola especial ao tentar matricular seu filho no ensino regular;
sofreu pela repetência de seu filho na escola e pelo desestímulo que ele sente ao ter que retornar a sala de aula todos os dias;
recebeu reclamações relativas ao comportamento disperso, desinteresse, agressividade ou dificuldade de aprendizado de seu filho e ao mesmo tempo percebe que a Escola não promove mudanças para atender estas dificuldades;
percebe que há uma grande diferença de idade e interesses entre seu filho e a turma de colegas da escola;
vê seu filho isolado e separado da turma durante algumas atividades escolares;
vê que na turma de seu filho entrou uma criança especial e tem dúvidas de que aprender e crescer convivendo com as diferenças é bom para seu filho;
é educador(a) e ainda acredita na conversa de que o(a) professor(a) não está preparado para ensinar a todos;
é diretor(a) ou orientador(a) e sabe que a lei lhe obriga a atender todos os alunos, sem discriminação, mas não sabe como fazer Educação Inclusiva
questiona o fato de o poder público manter altos investimentos num modelo de Educação que segrega, ao invés de canalizar estes recursos em prol de uma Escola de qualidade para todos.
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Atualizado em 07/02/2007 © 2007 PRÓ-INCLUSÃO